Nigerianas desenvolvem um gerador de eletricidade movido a urina

Any Karolyne Galdino

Um gerador desenvolvido por quatro meninas nigerianas promete gerar 6 horas de eletricidade com um litro de urina. As jovens de apenas 14 e 15 anos de idade decidiram criar este gerador porque muitas pessoas morrem envenenados devido a emissão de monóxido de carbono emitido por geradores usados lá.

 A jovem Adebola Duro-Aina, líder do grupo, disse que ficou chocada ao ler no jornal sobre uma família de cinco pessoas que havia morrido envenenada por causa do gerador.

Na Nigéria, é muito comum haver queda de energia, o que faz com que a maioria das famílias do país tenham geradores de eletricidade movidos a gasolina.

Adebola decidida a fazer algo para solucionar isso, se uniu com outras três amigas e procuraram o professor de Ciências do colégio, o Mr. Olaide Lawal, e encontraram uma solução: usar hidrogênio no lugar de gasolina, assim como nos foguetes da Nasa.

Mas onde conseguir hidrogênio? Na água! E onde conseguir água em um país onde há escassez dessa substância? No xixi! Então surgiu o gerador Pee is For Power, capaz de transformar urina em eletricidade.

O aparelho possui um baixo custo, é basicamente formado por um filtro com células eletrolíticas capazes de separar o nitrogênio, a água e o hidrogênio da urina.

http://engenhariae.com.br/meio-ambiente/nigerianas-desenvolvem-um-gerador-de-eletricidade-movido-a-urina/

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O Brasil pós Lula

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Nivaldo Cordeiro

A sentença prolatada pelo juiz Sérgio Moro do Lula, condenando Lula a 9 anos e seis meses de prisão, praticamente decretou a sua morte política. O período que se abre agora até a confirmação da sentença em segunda instância será apenas um prolongado velório e, como todo velório, terminará no sepultamento político do ex-presidente. A pergunta que se coloca é o que será do PT sem Lula candidato e como ficará a política partidária do Brasil sem a figura do ex-presidente.

Não há dúvida de que a mais singular criatura a aparecer no cenário político nacional no último quartel do século passado foi o PT, capitaneado pelo carrancudo Lula. A esquerda mais revolucionária alinhou-se com ele e acabou chegando à Presidência da República em 2002, tendo ficando por 14 anos no poder, oito anos sob a presidência de Lula e os demais sob Dilma Rousseff, cujo mandato foi interrompido pelo impeachment. O PT singularizou-se pelo discurso “ético”, mas, como demonstrou Olavo de Carvalho, essa ética revolucionária é o oposto da ética do senso comum cristão, é a própria cartilha de intenção de crimes revolucionários. Ademais, a intenção de “mudar tudo que está aí” nunca foi escondida, algo que só poderia ser feito mediante ou golpe de Estado ou passando por cima do ordenamento jurídico. Foi o que foi feito com o mensalão e com o petrolão e toda a prática criminosa resultante da tentativa de perpetuação no poder.

O problema é que o PT jamais teve maioria parlamentar e foi obrigado a se aliar ao PMDB que, nesses anos todos, serviu de freio aos anseios revolucionários do PT. As falcatruas derivaram da tentativa de alugar uma base aliada obediente, disposta a aprovar tudo. Houve erro de cálculo, pois a tal base nunca votou incondicional. As três grandes derrotas parlamentares sofridas foram justamente de autoria desse partido: a recusa da CPMF, a negação do terceiro mandato a Lula e o impeachment de Dilma Rousseff. A única força de oposição eficaz que o PT teve foi o PMDB.

A contradição óbvia vivida pelo PT é ter uma plataforma revolucionária sendo implantada dentro da ordem democrática, numa sociedade aberta com imprensa livre. O PT colocou foco na nomeação dos juízes das cortes superiores, que passaram a interpretar a Constituição contra a letra do que nela estava escrito. Mesmo assim, vieram as condenações do mensalão no STF, pois no campo penal não há muito o que interpretar diante das provas. Seus líderes foram condenados, exceto Lula, protegido que foi pela Procuradoria Geral, fato que lhe permitiu escapar do impeachment.

Ao PT agora resta ou assumir de vez sua face revolucionária e, ato contínuo, eleger a violência como instrumento de chegada ao poder, ou se enquadrar na legalidade e se tornar um partido nanico, sem bandeiras e sem recursos. O ajuntamento de revolucionários que se tornou a sigla poderia então se dissolver, pois já não teria serventia para os propósitos revolucionários.

Em face da idade, Lula deve encerrar sua carreira política lutando pela liberdade pessoal nas barras dos tribunais. Deixou de ser líder político relevante, na verdade já está fora da política eleitoral, fonte que foi de seu poder durante toda vida. Sem votos, Lula não é nada e ele agora não pode mais pleitear cargos eletivos, a se confirmar a sentença de Sérgio Moro em segunda instância. O vácuo político deixado por Lula e pelo PT parece estar sendo preenchido pela emergência de forças de centro-direita. O partido mostrou-se frágil demais sem a figura demagógica do seu líder máximo, Lula.

A eleição de 2018 promete uma renovação radical dos nomes propostos pelas agremiações políticas. Não se sabe quem sairá vencedor, mas sabemos quem será o grande perdedor: o PT. Já foi assim em 2016. O partido vai desidratar de vez, dando lugar a novas forças que deverão emergir.

Quem viver verá.

http://midiasemmascara.org/artigos/brasil/o-brasil-pos-lula/

A pergunta certa

Percival Puggina

É tamanho o descrédito dos partidos políticos que eles desistiram de proclamar suas virtudes. Ao contrário, dedicam-se a demonstrar que os outros chafurdam em ainda maiores vícios. Nesse contexto, nesse indiscutível contexto, fica imensamente favorecida a vida de quem está no poder. Ali, as facilidades voam em jatinhos militares devidamente decorados para os prazeres da vida civil. Ali, roda a ciranda em torno do Erário, que abre portas na hora certa para alegria dos folgazões. Ali há dinheiro, empregos, poder, honrarias, favores. E tudo isso, no tempo devido, vira mercadoria ou moeda eleitoral.

“E a oposição?”, indagará o leitor atento à relevância política deste ano de 2014. Ora, a oposição é aquele pequeno reduto onde só ficam os que não se deixaram seduzir pelo que de mais atraente existe nas tentações do poder. No Brasil destes anos constrangedores, só é oposição quem faz muita questão de sê-lo. O poder tem do bom e do melhor para todos os seus. A oposição é trincheira de poucos e mal apetrechados combatentes.

Quem acompanha a política nacional com interesse cívico sabe, também, que o PT muito pouco pode apresentar como resultado positivo de suas três administrações que não provenha de políticas que antes condenou e, posteriormente, adotou. Mas, convenhamos: isso não serve para estabelecer diferenças. Bem ao contrário. A estratégia oposicionista precisa ser outra. Para vencer o desequilíbrio estabelecido entre as forças do governo e as da oposição é preciso identificar e apontar ao juízo soberano dos eleitores certos abismos que as separam. A contribuição que trago nestas linhas é uma lista de pautas, de condutas e de políticas pelas quais esse rio de águas turvas chamado Partido dos Trabalhadores ganha corpo com seus afluentes pela margem esquerda e pela margem direita. Elas me levam ao que chamo de a pergunta certa: qual o partido brasileiro que se identifica com as seguintes políticas, condutas e pautas?

Marco regulatório da imprensa; marco civil da internet; PLC 122 (da “homofobia”) e seus disparates; imposição do “politicamente correto” e da novilíngua; confabulações do Foro de São Paulo; apoio e refúgio a terroristas (Cesar Battisti é apenas um dos casos); captura e devolução a Fidel dos boxeadores cubanos; apoio aos governos comunistas de Cuba, Venezuela e Bolívia; incondicional afeição a qualquer patife adversário do Ocidente; homenagens e nomes de ruas para líderes comunistas; memorial para Luiz Carlos Prestes; apoio explícito a companheiros condenados pela justiça por graves crimes; verdadeira fobia por presídios e órgãos de segurança, resultando em gravíssima instabilidade social; absoluta e incondicional dedicação aos direitos humanos dos bandidos; empenho em inibir a ação armada das instituições policiais; dedicação à causa do desarmamento dos cidadãos; recusa à redução da maioridade penal; criação do MST e apoio às suas truculentas invasões de propriedades rurais; apoio a invasões no meio urbano e a políticas que restringem o direito de propriedade; cobertura às estripulias imobiliárias dos quilombolas; avanços do Código Florestal contra o direito de propriedade; expansão das reservas indígenas sobre áreas de lavoura; mudança, para pior, do Estatuto do Índio; supressão de símbolos religiosos em locais públicos; lei da palmada; apoio à legalização do aborto; políticas de gênero; kit gay nas escolas; apoio à parada gay, à marcha das vadias e à marcha pela maconha; leis de cotas raciais; uso de livros didáticos para doutrinação ideológica; fim da lei de anistia e manipulação da História; aparelhamento da administração pública e dos órgãos de Estado pelos partidos do governo; e mais recentemente, defesa dos rolezinhos e suas perturbações em locais de comércio.

Examine bem a lista acima e depois me diga se não é urgente espantar, pela força do voto, esse mau agouro político que lança sortilégios sobre nossa sociedade e sobre a democracia brasileira.

http://www.puggina.org/

Não à cubanização do Brasil!

Hélio Dias Viana

Como se já não bastasse a importação pelo Brasil dos péssimos “produtos 1,99” da China, com os seus irreparáveis danos à economia nacional ainda não suficientemente computados, chegou a vez de o governo petista, numa medida ressumando chavismo, anunciar sua intenção de “importar” 6.000 médicos cubanos.

Em se tratando de saúde e fazendo abstração da conotação comunista de muitos de tais médicos — cujos grandes contingentes que atuam hoje na Venezuela são vistos como membros do exército cubano ou agindo sob as ordens deste — constitui sumo desdém o fato de um governo que se pretende popular entregar a saúde do sofrido povo de regiões recônditas e das periferias das grandes cidades do Brasil a médicos totalmente despreparados.

O presidente Hugo Chávez no ato de boas-vindas aos novos médicos cubanos, parte dos milhares que chegaram à Venezuela para a Missão Bairro Adentro

Para dar dois exemplos recentes de “grandes líderes” tratados em Cuba, é só recordar que o Coma-andante Fidel Castro apelou para médicos espanhóis para continuar sua vida vegetativa, e consta que o mesmo sucedeu com Hugo Chávez, embora de modo tardio, pois de início ele parece ter acreditado na propaganda sobre a medicina da Revolução. Ou seja, a elite comunista não confia nos médicos formados pelo regime cubano e por isso se faz tratar por profissionais estrangeiros.

Ora, são precisamente esses médicos que se quer agora “importar”. De um lado, isso causaria aos incontáveis profissionais brasileiros, presentes e futuros, um dano análogo ao provocado pelos produtos chineses às nossas indústrias. De outro lado, e muito mais grave, entregaria a saúde de incontáveis brasileiros — a qual não é um “produto” qualquer — nas mãos de incompetentes “médicos 1,99” que, incapazes de curarem os corpos, são eficientíssimos em contaminar as mentes.

E, crescendo de ponto, por mais grave que seja o cuidado da saúde pessoal de inúmeros brasileiros entregue a tais médicos, todavia muito mais grave é a “saúde da Nação” em face do caráter ideológico da inusitada “importação”. Tanto mais quando sabemos que a Venezuela de hoje, por razões análogas, se tornou um virtual protetorado cubano, com milhares desses médicos espalhados por todo o seu território, monitorados in loco por cerca de meia dúzia de generais que ditam normas em pontos vitais daquela nação.

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Encontramo-nos assim diante de uma ofensiva multiforme e continental do eixo bolivariano e de seus coadjuvantes, preocupados talvez em apressar o passo diante da perda de Hugo Chávez — e, sobretudo, da crescente rejeição de seus postulados revolucionários pelas respectivas populações. Eles querem nos “presentear” agora com um Cavalo de Tróia, não da Grécia com os seus inúmeros problemas atuais, mas de Cuba com os seus problemas eternos derivados do regime comunista ali vigente.

Nessas condições, todos os brasileiros — de modo particular a nossa classe médica, a exemplo do que algumas de suas entidades representativas vêm fazendo — necessitam reagir com energia, dentro da lei e da ordem. Fazendo-o, estarão colaborando para preservar a soberania do Brasil e a saúde física e mental de nossa população, tão infensa à subversão e desejosa de ser tratada com competência e carinho, coisas que os médicos cubanos, por falta de capacidade profissional e excesso de formação ideológica, são incapazes de proporcionar.

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Mas este não é um problema isolado, o que o torna ainda muito mais preocupante. Com efeito, tal plano de “importação” coincide com a tentativa de revitalização das famigeradas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Empreitada de fins pouco claros que, após um semi-silêncio de cerca de três décadas, a CNBB chamou novamente a si, delegando-a, pelo visto, nada menos que ao Frei Beto, o grande amigo da Revolução cubana e instigador da subversão religiosa no Brasil e no Continente.

Tal revitalização foi tema prioritário da recente assembleia da CNBB em Aparecida, e Frei Beto anda no presente momento pelo Nordeste, como participante oficial de simpósios sobre o assunto, a exemplo dos organizados pelas Arquidioceses de Maceió e Natal. Ora, as CEBs, que atuaram como verdadeiros soviets, são um dos péssimos frutos da Teologia da Libertação. Desta falsa teologia da qual o próprio José Dirceu declarou certa vez ter ouvido diretamente de Fidel Castro em Havana a afirmação de que se ele a tivesse conhecido antes, teria evitado muitos erros para a Revolução comunista cubana. 

 Não se pode, por outro lado, deixar de recordar que em 1983 o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira escreveu, juntamente com os irmãos Gustavo e Luís Solimeo, o importante livro: As CEBs, das quais muito se fala e pouco se conhece — A TFP as descreve como são, a partir de cuja larga divulgação por todo o Brasil as referidas CEBs encolheram.

Concluindo, nós nos encontramos diante de uma tentativa desesperada de um assalto final das esquerdas religiosas e políticas, com a finalidade de conquistar o Brasil e a América Latina para o comunismo. E tanto a “importação” dos médicos cubanos quanto a preocupante tentativa de revitalização das CEBs constituem elementos de suma importância nesse plano.

http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/3B1BB153-DB95-4064-F7AA923C3E82EDE1/mes/Junho2013

Entrevistas de emprego bizarras exigem respostas criativas

Em meio à crescente competitividade no mercado de trabalho, sobretudo nos países europeus afetados pela crise, recrutadores têm recorrido a perguntas cada vez mais curiosas para selecionar os melhores candidatos. Nessa busca, questões como “quantas moedas de um centavo cabem nesta sala?” têm se tornado mais comuns.

Confrontado com essa questão durante uma entrevista para uma vaga em um banco de investimentos em Londres, um candidato começou a fazer contas, e pouco depois anunciou sua “melhor aposta”.

Ele não conseguiu a vaga.

O que o banco queria era alguém que tivesse dado qualquer resposta, mas que tivesse confiança suficiente para convencer os mercados de que estava certo.

“Há muito mais competição por vagas, e os empregadores estão se tornando menos dispostos a correr riscos”, afirma Claire McCartney, do Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD). “É muito difícil para as pessoas se destacarem se elas só respondem questões de rotina.”

Então, quais as questões que os empregadores têm feito atualmente e qual seu principal objetivo? A BBC pediu a opinião de dois especialistas no assunto:

Como você coloca uma girafa na geladeira?

Essa questão foi feita por um entrevistador de um banco de investimentos londrino a um candidato para operador de mercado.

“Essa pergunta está testando as habilidades criativas do candidato, incluindo como ele pode propor soluções para desafios difíceis e menos usuais. Candidatos devem verbalizar em voz alta a resposta em qual estão pensando”, diz Rusty Rueff, especialista em carreiras do site de empregos Glassdoor.

“Lembre-se de que o entrevistador está mais interessado em testar como você chega a uma resposta do que no seu conteúdo.”

Resposta sugerida: “Para chegar a esta reposta, você poderia me passar mais detalhes, por exemplo, sobre o tamanho da girafa? Qual o tamanho da geladeira? Nós estamos num país em que matar uma girafa é ilegal ou não?”.

Demonstrar que você precisa de mais fatos antes de tirar uma conclusão pode ser uma vantagem.

E assim você deveria continuar: “Se a girafa puder morrer, então encaixá-la dentro da geladeira tem mais a ver com a retirada do que está dentro da geladeira e com a utilização das ferramentas que tenho ao meu redor para garantir que ela caiba. Aliás, quais as ferramentas eu tenho para trabalhar com esse espaço?”.

Você preferiria lutar contra um pato que tem o tamanho de um cavalo, ou contra 100 cavalos do tamanho de patos?

Esta questão foi feita durante uma entrevista numa mineradora para uma vaga de operador do mercado de grãos e minérios em Londres.

“Ela parece estranha, mas é um jeito bem-humorado e criativo de testar sua dedução objetiva, para a qual se requere fazer e checar presunções mais realísticas e recomendar a melhor ação a ser tomada”, opina John Lees, autor do estudo Job Interviews: Top Answers to Tough Questions. “Sua escolha é bem menos importante do que o processo que revela sua resposta”.

Demonstre cada passo do que você está pensando: “Ok, eu reconheço que ambos podem me matar, mas eu começaria a pensar sobre o quão agressivo cada animal pode ser. Cavalos podem morder e chutar e mesmo que eles sejam pequenos, ao ser atacado por um grupo, não lhe dá espaço para escapar”.

De quantas maneiras eu posso retirar uma agulha do palheiro?

Essa questão foi feita por um entrevistador de um banco internacional para uma vaga de desenvolvedor de Java em Londres.

“É outro exemplo de um entrevistador testando a habilidade do candidato para resolver problemas de maneira criativa. Pense e verbalize abertamente o processo da resposta”, diz Rueff.

A resposta sugerida dele é: “O que nós podemos enxergar, podemos encontrar. Neste caso, por que não colorir o palheiro numa cor que facilitasse a visão da agulha?”, afirma Rueff.

Tentar diferenciar a cor prateada (da agulha) do dourado da palha é muito difícil, mas se eu pudesse tornar o palheiro na cor verde, azul ou roxa, o prateado da agulha ficaria muito mais óbvio. A questão aqui é jogar uma nova luz sobre o problema para encontrar uma nova solução”.

John Lees tem sugestões mais diretas: “Se a agulha é feita de metal, um imã poderia ser uma ideia. Ou eu poderia simplesmente queimar a palha, e a agulha resistiria”.

Se você ganhasse US$ 1 milhão, o que faria com o dinheiro?

A questão foi feita por um entrevistador numa empresa contábil de Birmingham, na Inglaterra.

Rusty Rueff explica: “Como essa questão foi feita numa importante empresa contábil, a pergunta provavalmente é mais voltada a testar as habilidades de planejamento do candidato no curto e no longo prazo.

Assim, os empregadores provavelmente gostariam de ter alguém que não simplesmente gastasse todo o dinheiro de uma só vez.

Para Rueff, uma boa resposta seria: “Ganhar US$ 1 milhão seria definitivamente muito bom, mas eu gostaria de pensar melhor sobre todas as minhas opções e também considerar como este dinheiro seria taxado antes de gastá-lo. É bom considerar como eu poderia investir o dinheiro, quanto eu poderia doar para caridade e também se eu poderia utilizar uma parte para celebrar. Mas, caso você esteja preocupado, eu continuaria a trabalhar”.

John Lees complementa: “Se você não puder pensar em nada, diga ‘boa pergunta. Qual a melhor resposta você ouviu hoje?’”.

Como você explicaria o Facebook para sua avó?

A pergunta foi feita durante uma entrevista numa empresa de software para uma vaga de executivo de vendas em Londres.

Para Rueff, “o entrevistador quer testar como o candidato pode explicar a ideia de uma forma mais relevante e significativa para o usuário final”.

A reposta sugerida dele é: “Primeiro, é importante deixá-lo ciente de que eu conheço bem meu público-alvo e pesquisei o público ao qual estou me dirigindo.”

“Minha avó usa internet, é familiarizada com websites, mas não sabe nada ainda sobre mídias sociais. Então, neste caso, eu diria: ‘Vó, eu sei que você adora manter contato com seus amigos e família e eu sei também que você adora usar a internet para encontrar novas informações. Existe um site chamado Facebook que permite a você tanto se conectar com seus amigos e familiares online, como seguir empresas e organizações que você gosta, para ficar sabendo de seus últimos lançamentos. Vó, você tem tempo para que lhe mostre isso?’”.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130624_emprego_questoes_bizarras_gm.shtml