Liberdade para escravizar-se?

MATEUS COLOMBO MENDES

Em um país como o Brasil, cuja insegurança e cujo morticínio fazem regiões conflagradas mundo afora parecerem parques de diversões, não é nada prudente deter-se em discussões como a da legalização das drogas. Todavia, torna-se urgente dizer algumas palavras sobre isso, posto que se propõe desperdiçar tempo e dinheiro público no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, em debates sobre se os brasileiros devem ou não ser livres para se entorpecerem. Aliás, “entorpecer” é tornar torpe, causar torpor, perder a energia – retardar. Pois abro parênteses aqui: sou a favor da liberação das drogas a quem disser: “Sim, sim! Desejo honestamente deixar-me retardar. Quero mesmo é ser um grandissíssimo retardado!”. Neste único caso, defendo o direito ao uso e ao abuso de narcóticos, em nome da seleção natural. De resto, seguem minhas considerações.

Primeiramente, a quem defende o uso de substâncias como maconha e cocaína como exercício pleno de liberdade, digo: não há liberdade alguma no vício; há apenas escravidão. Nas preferências e nos prazeres humanos, busca-se, desde Aristóteles e Confúcio, o caminho do meio, a temperança. Sexo, álcool, comida e jogos, por exemplo, são boas coisas se mantidas sob controle; exagerar em seu uso ou consumo redunda em perder as rédeas e tornar-se escravo. Procure relatos de ninfomaníacos, alcoólatras, glutões e viciados em jogos: invariavelmente, a satisfação do começo, dos tempos de uso controlado, é logo substituída por uma dependência doentia, na qual se cede ao vício de forma automática, irrefletida, sem o gozo do prazer racional. Já no caso dos entorpecentes, o problema está em sua essência e é expresso em seu nome: entorpecem, causam torpor, alteram o estado de consciência do usuário, mesmo em pequenas doses, desde o primeiro uso, o que de forma alguma se relaciona com liberdade e dignidade humana. Não há, portanto, meio-termo e temperança no uso de maconha e cocaína – o retardo e a estupidez sobrevêm já às primeiras tragadas e inaladas.

Saindo da dimensão pessoal, aportemos na questão política. O leitor já se perguntou a quem – além de adultos imaturos (ou adolescentes tardios) – interessa a descriminalização e até a legalização das drogas? Não é preciso pensar muito para concluir que aqueles que detêm e fazem péssimo uso do poder político e financeiro não querem lidar com sujeitos sóbrios e verdadeiramente críticos; preferem uma sociedade literalmente entorpecida, composta por indivíduos que se deixam guiar e controlar por vícios e desejos primários. Além disso, pesquise e descubra que alguns dos maiores financiadores de campanhas de liberação de entorpecentes em todo o mundo são pessoas e instituições bilionárias, como a Open Society, do especulador George Soros, que financia a “luta” pela legalização das drogas em países subdesenvolvidos como o nosso, com interesse tanto no controle subjetivo exposto acima como nos bilhões de dólares do narcotráfico.

Ademais, a legalização não acabará com o comércio ilegal de drogas, da mesma forma como não acabou com o tráfico de outros itens, de cosméticos a medicinais. O efeito primeiro dessa medida seria transformar grandes traficantes em empresários bem-sucedidos, premiando-os por seus anos dedicados ao crime e ao assassínio de devedores, concorrentes e agentes de segurança. Por fim, os impostos que o Estado lucraria com a regulamentação desse mercado não cobririam os custos refletidos na saúde pública de uma nação que já conta com problemas demais – e não deve estimular que seu povo se dê ao luxo de usar sua liberdade para escravizar-se.

Publicado na Gazeta do Povo.

Mateus Colombo Mendes é editor, redator e empresário.

 

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Criada por brasileiros, vacina contra Aids avança e será testada em macacos

Vírus HIV | Foto: SPL

Cientistas brasileiros desenvolveram uma vacina contra o vírus HIV, causador da Aids, e vão começar a testá-la em macacos ainda este ano.

De acordo com a Fapesp (Fundação de Ampara o à Pesquisa do Estado de São Paulo), essa fase do projeto irá durar dois anos e os experimentos devem indicar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos.

Uma versão anterior da vacina ─ desenvolvida por pesquisadores da USP ─ já havia sido testado anteriormente em camundongos, mostrando que a técnica era, sim, eficaz.

Se os resultados forem positivos nos macacos e se houver financiamento suficiente, a vacina ─ denominada HIVBr18 ─ pode ser usada para os primeiros testes clínicos, ou seja, em seres humanos.

Nessa etapa, ela deve ser testada uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, segundo a Fapesp. Essas pessoas seriam então acompanhadas de perto por vários anos. O objetivo seria avaliar a segurança da vacina, além de “verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo”.

Carga viral

No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vacina ─ que é aparentado do causador da varíola ─ e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou à Agência Fapesp Edécio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos pesquisadores que desenvolveu a vacina.

Nos animais imunizados, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa etapa, ela pode despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até a fase seguinte dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da Fapesp e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

Cunha Neto desenvolveu e patenteou a vacina juntamente os com também pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP Jorge Kalil e Simone Fonseca. Eles deram início às pesquisas em 2001.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130805_vacina_aids_mdb.shtml

Presidente Dilma pode aprovar lei abortista assim que a JMJ e visita do Papa Francisco acabar

RIO DE JANEIRO, 26 Jul. 13 / 08:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Enquanto a Jornada Mundial da Juventude Rio2013 com a presença do Papa Francisco acontece no Rio de Janeiro, está em andamento o projeto de lei PLC 3/2013, que permitirá a distribuição de uma droga abortiva em todo o sistema de saúde do país, para entrar em vigor, a lei só precisa da sansão da presidente Dilma Rousseff.

 

Fontes comunicaram ao Grupo ACI, que a presidente Dilma pode assinar a lei já na próxima semana, em 2 de agosto, data em que se celebra o dia da luta pelo fim da violência contra as mulheres. Caso a lei seja aprovava, a droga abortiva poderá ser entregue a qualquer mulher grávida e funciona provocando contrações que acarretam no assassinato do feto.

 

As fontes disseram que o projeto foi aprovado no Congresso em 4 de julho, sob uma linguagem muito sutil, que enganou os deputados brasileiros, inclusive os que são defensores da vida.

 

Antes desta decisão, mais de 20 associações de defesa da vida, na América Latina, enviaram um pronunciamento pedido a todo o povo brasileiro que “não se deixem enganar e façam todo o possível para que a PL03-2013 não seja aprovada”.

 

Neste pronunciamento, as associações disseram que “temos estudado o projeto de lei e reconhecemos a mesma estratégia que querem aplicarem todos os países para o uso generalizado e sem a prescrição de uma droga abortiva. O primeiro passo para que esta estratégia funcione, é que a mulher pode declarar que sofreu violência sexual e só com sua palavra, ser autorizada a solicitar um aborto”.

 

Entre os adeptos a este pronunciamento se encontra HazteOir.org, uma plataforma com mais de 400 mil membros ativos, membros da RedFamília, grupo pró-vida do México, que é integrada por mais de 800 organizações e outros reconhecidos líderes nacionais, de mais de uma dezena de países.

 

Carlos Polo, diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute e porta-voz do grupo, explicou que “esta é lei com a qual todo abortista latino-americano sonha, porque ela permitirá que qualquer mulher obtenha um aborto com pílulas, apenas dizendo que sua gravidez é resultado de uma violação. As organizações a favor do aborto têm trabalhado durante anos e atualmente, promovem abortos com esta droga de maneira clandestina, através de aconselhamento via internet ou celulares”.

 

Polo esclareceu que os grupos abortistas acharam conveniente esperar a ocasião em que os católicos estariam com o Santo Padre e os deputados estariam de férias, até 5 de agosto. “Estamos nos mobilizando nas redes sociais, pedindo aos jovens pró-vida da JMJ que usem uma gravata amarela para expressar que o Brasil defende a vida. A mesma mão que vai apertar a mão do Papa Francisco não deve assinar um projeto de lei que acabaria com a vida de muitas crianças não nascidas”, concluiu.

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25770

 

EUA e o incentivo à prostituição infantil

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EUA vão liberar pílula do dia seguinte sem restrição de idade

O governo do presidente Barack Obama afirmou nesta segunda-feira (10) que cumprirá a decisão judicial e permitirá a venda da chamada ‘pílula do dia seguinte’ para meninas de qualquer idade, suspendendo sua tentativa de restringir a disponibilidade do medicamento, informaram agências internacionais.

Isso significa que qualquer mulher, inclusive adolescente, poderá comprar a pílula do dia seguinte em uma farmácia, sem a necessidade de receita médica, informou a agência France Presse.

Segundo a Reuters, a informação foi dada pelo Departamento de Justiça dos EUA em uma carta, que acrescentava que o governo não iria mais recorrer à decisão da Justiça que determinava a venda indiscriminada.

A decisão encerra uma batalha sobre a pílula que durou mais de uma década, mas poderia levantar nova polêmica para o presidente Barack Obama, informou a Reuters.

Até recentemente, a pílula estava disponível sem receita médica para as mulheres de 17 anos ou mais, que apresentassem comprovante de idade e receita médica no balcão do farmacêutico. Com a decisão da Justiça, isso não seria necessário. Os críticos dizem que o acesso irrestrito poderia levar a promiscuidade, abuso sexual e menos visitas ao médico.

Mas os defensores das pílulas de emergência dizem que elas ajudam a reduzir gravidez indesejada ou abortos e que o acesso rápido para as mulheres de todas as idades é fundamental para que o medicamento faça efeito, já que a pílula é mais eficaz quando tomada no prazo de 72 horas após a relação sexual.

A decisão “vai tornar disponível a contracepção de emergência nas prateleiras das lojas, assim como os preservativos, e as mulheres de todas as idades poderão obtê-la rapidamente, a fim de evitar gravidez indesejada”, disse Cecile Richards, presidente da Federação Americana de  Planejamento Familiar à agência Reuters.

Em uma carta enviada ao juiz Edward Korman, o governo americano informa que a FDA, a agência federal de alimentos e medicamentos, ‘solicitou ao fabricante da (pílula) Plan B One-Step (PBOS) o envio de um pedido suplementar para a aprovação do medicamento sem qualquer restrição’ de venda.

‘Assim que a FDA receber a solicitação complementar, será aprovada rapidamente’.

Mudanças de curso
A pílula do dia seguinte foi aprovada pela FDA em 1999, mas só em 2009 chegou ao mercado, ainda que de forma limitada.

Em 2011, a FDA decidiu aprovar vendas da droga sem limite de idade. Mas a secretária de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Kathleen Sebelius, ordenou que a agência revertesse a decisão, restringindo o acesso da pílila às menores de 17 anos sem receita médica.

Obama apoiou essa restrição, invocando as suas filhas. À época, 11 meses antes da eleição presidencial, o caso provocou críticas que diziam que ele estava tentando acalmar os conservadores sociais.

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Magno Malta:“remédio contra crack é só Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e Espírito Santo a noite”

A frase de efeito forte, mas verdadeira, é trecho do aparte do senador Magno Malta (PR/ES) no plenário, quando o senador Pedro Simon (PMDB/RS) afirmava que as iniciativas oficiais para conter o avanço do crack no Brasil são insuficientes

A triste realidade é que não há droga mais destrutiva do que o crack. Ela vicia de imediato! Ela mata! Dezoito por cento dos usuários de crack perdem a vida no período de um ano. A maioria dessas pessoas morre por algum motivo violento ligado ao consumo do crack  e neste cruel quadro tem também o cometimento de crimes por 60% dos usuários.

Com mais de 30 anos trabalhando na recuperação de dependentes químico no Projeto Vem Viver, em Cachoeiro de Itapemirim, sul do Espírito Santo, senador Magno Malta é considerado autoridade no assunto. “A ciência ainda não descobriu nenhum remédio para cura do viciado, mas eu sei, na prática, que com a minha receita espiritual curamos este diagnóstico: Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e Espírito Santo a noite”, ensinou Malta.

Magno Malta marcou história na presidência da CPI do Narcotráfico quando desmantelou quadrilhas e participou da prisão de narcotraficantes internacionais, como Fernandinho Beira Mar. “Já nesta época que só se falava em maconha e cocaína, eu já previa a chegada de uma droga poderosa para destruir principalmente os jovens. E o crack chegou velozmente para viciar, desorientar, desunir lares e matar”, lamentou Magno, que já recuperou centenas de usuários de vários estados brasileiros.

Em pronunciamento nesta quinta-feira, o senador Pedro Simon afirmou que as iniciativas oficiais para conter o avanço do crack são insuficientes dada a velocidade com que cresce o consumo da substância no Brasil. O senador lamentou que as iniciativas do governo federal de combate às drogas deixem de fora as pequenas cidades, ressaltando que o crack já é encontrado nesses locais, e não só nos grandes centros, como ocorre com drogas mais caras. Simon chamou a atenção para o maior perigo do crack, que está na rapidez dos seus efeitos e na velocidade com que o vício se estabelece, o que o transforma, em sua avaliação, na droga mais prejudicial.

Em aparte, senador Magno Malta falou também sobre o problema da dependência de álcool no Brasil e disse que “vivemos em uma sociedade de alcoólatras, com autoridades, de copo cheio na mão, não encontra solução para combater e enfrentar com vontade política o grave problema do avanço das drogas em todas classes sociais. É uma sociedade hipócrita, que bebe, fuma e deixa péssimos exemplos para os mais novos. Só vejo as comunidades terapêuticas, geralmente voluntários, trabalhando corretamente na recuperação de dependentes químicos. Não é brincadeira, mas o único remédio  que eu conheço é Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e o Espírito Santo de noite, afirmou Magno Malta no microfone do Senado Federal.

Assessoria de Imprensa

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