Nigerianas desenvolvem um gerador de eletricidade movido a urina

Any Karolyne Galdino

Um gerador desenvolvido por quatro meninas nigerianas promete gerar 6 horas de eletricidade com um litro de urina. As jovens de apenas 14 e 15 anos de idade decidiram criar este gerador porque muitas pessoas morrem envenenados devido a emissão de monóxido de carbono emitido por geradores usados lá.

 A jovem Adebola Duro-Aina, líder do grupo, disse que ficou chocada ao ler no jornal sobre uma família de cinco pessoas que havia morrido envenenada por causa do gerador.

Na Nigéria, é muito comum haver queda de energia, o que faz com que a maioria das famílias do país tenham geradores de eletricidade movidos a gasolina.

Adebola decidida a fazer algo para solucionar isso, se uniu com outras três amigas e procuraram o professor de Ciências do colégio, o Mr. Olaide Lawal, e encontraram uma solução: usar hidrogênio no lugar de gasolina, assim como nos foguetes da Nasa.

Mas onde conseguir hidrogênio? Na água! E onde conseguir água em um país onde há escassez dessa substância? No xixi! Então surgiu o gerador Pee is For Power, capaz de transformar urina em eletricidade.

O aparelho possui um baixo custo, é basicamente formado por um filtro com células eletrolíticas capazes de separar o nitrogênio, a água e o hidrogênio da urina.

http://engenhariae.com.br/meio-ambiente/nigerianas-desenvolvem-um-gerador-de-eletricidade-movido-a-urina/

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Vinho da época de Jesus seria intragável para os padrões atuais

As vinhas da história

 

Um acadêmico revisa a trajetória do vinho e conclui que a bebida que era assim chamada na Antiguidade tem pouco em comum com a que se consome hoje

 

Escavações em um sítio arqueológico em Lattes, na costa mediterrânea da França, provaram que os gauleses produziam vinho pelo menos desde o século V a.C. O trabalho da equipe do arqueólogo Patrick McGovern, da Universidade da Pensilvânia, publicado em junho, apresenta assim a evidência mais antiga de vitivinicultura no país hoje líder no setor. Ela vem se somar a centenas de outras que confirmam a tradição milenar da bebida – tradição que os produtores e comerciantes adoram cantar e os consumidores, ouvir. O vinho de nossos dias tem, contudo, pouco em comum com aquele bebido por Sócrates em O Banquete, de Platão, ou por Jesus Cristo na Santa Ceia. É uma invenção recente. Essa é a tese do livro Inventing Wille: A New History of One of lhe World’s Most Aliciem Pleasures (Inventando o Vinho: uma Nova História de um dos Prazeres Mais Antigos do Mundo), de Paul Lukacs.
 
Segundo o autor, o aroma e o sabor do vinho na Antiguidade seriam detestáveis para o paladar moderno: um fermentado de uva oxidado, avinagrado, repleto de contaminações por fungos e bactérias. Devido à falta de higiene e à incapacidade tecnológica de evitar o contato do liquido com o ar, o vinho dos dias de Sócrates e Jesus nem tinha os aromas frescos da juventude nem envelhecia de forma saudável. O remédio aplicado piorava as coisas. Para disfarçarem o mau cheiro, os antigos usavam ervas aromáticas secas, pimenta e outras especiarias. Na tentativa de aumentarem a longevidade acrescentavam mel e até sal à bebida. Para impedirem a entrada de ar nas ânforas, besuntavam-nas com óleos e resinas de diferentes árvores. Tudo isso alterava o vinho. Nem por isso os amigos deixavam de apreciá-lo. Plínio, o Velho, que no século I dissertou longamente sobre a bebida em sua História Natural, era um connoisseur das diversas resinas usadas para a vedação de ânforas.
 
As diferenças entre o vinho de então e o de hoje estão não só no sabor mas, nota Lukacs, também na sua função social, que no passado era menos ligada ao prazer e mais à religião. Nos primeiros relatos da Antiguidade, o vinho aparecia como uma bebida de caráter divino. Usada em rituais e nos templos, não precisava ter qualidade. Depois, nas cidades-estado gregas e em Roma, começou a surgir um mercado do vinho já mais preocupado com o sabor. Na Grécia, as ilhas do mar Egeu eram tidas como fonte de bom vinho. No Império Romano, o mais famoso deles vinha das encostas do Monte Falerno. Feitos de uvas-passas, ambos eram muito doces e, por isso, estragavam menos que os outros – o açúcar age como conservante natural. A técnica de produção era próxima à usada hoje para fabricar os chamados vinhos passificados, como o Vinsanto da ilha grega de Santorini ou o Passito, de Pantelleria, ilha italiana entre a Sicília e a Tunísia.
 
Foi só na Idade Média, quando a Igreja separou o vinho do culto daquele que se bebia no dia a dia, que a bebida de fato e secularizou. Curiosamente, foram os freis e abades que, isolados em seus monastérios, trabalharam na qualidade do vinho secular. Os mais importantes deles foram os monges beneditinos da Abadia de Cister, na Borgonha, que a partir do século XII mapearam alguns dos vinhedos mais caros dos nossos dias. A popularização das garrafas, no século XVII, possibilitou a criação de vinhos finos na Alemanha e na própria França. A grande massa, no entanto, continuou bebendo “uma mistura pavorosa até a segunda metade do século XX. Acredita Lukacs – que decerto nunca bebeu um vinho de garrafão brasileiro – que, dos anos 1990 para cá, até vinhos baratos deixaram de cometer pecados mortais.
 
Lukacs não é historiador mas é, sim, acadêmico (além de enófilo). Professor de inglês da Universidade Loyola Maryland, fundamenta sua hipótese com uma vasta bibliografia. Seu trabalho irrita quando prova ao leitor que a região de Bordeaux, ícone máximo da tradição em vinhos, só no século XVIII se tornou o que é hoje. Mas pode ser de grande ajuda ao apreciador de vinhos, ao estudioso de história ou antropologia e a todo aquele que busca entender os favoritismos do paladar para essa bebida ancestral – mas moderna.

 

http://ocontornodasombra.blogspot.com.br/

Cientistas ‘degustam’ o primeiro hambúrguer de laboratório do mundo

Hambúrguer comum | Foto: BBC

O primeiro hambúrguer feito em laboratório foi apresentado e degustado nesta segunda-feira, numa conferência científica em Londres.

Cientistas holandeses utilizaram células retiradas de uma vaca para reconstituir os músculos de carne bovina, que foram combinados a outros ingredientes para fazer o hambúrguer.

Os pesquisadores dizem que a tecnologia poderia ser uma forma sustentável para suprir a crescente demanda por carne.

Mas críticos da ideia dizem que comer menos carne seria o jeito mais fácil para compensar a já prevista falta de comida no mundo.

Modo de fazer

Músculo da carne criada em laboratório | Foto: BBC

1. Os cientistas começam extraindo extraindo células do músculo de uma vaca.

2. No laboratório, as células são colocadas numa cultura – solução – com nutrientes para promover o crescimento e multiplicação das células.

3. Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores.

4. As células já crescidas se transformaram em pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura (foto).

5. As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que então são congelados.

6. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas então são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidas.

7. O primeiro hambúrguer testado também leva açafrão, caramelo e suco de beterraba para dar cor e sabor.

Receita: Universidade de Maastricht

Segurança alimentar

A BBC obteve acesso exclusivo ao laboratório em que o projeto para produzir a carne foi implementado ao custo de cerca de R$ 750 mil.

Na Universidade de Maastricht, na Holanda, a pouco mais de 200 km da capital Amsterdã, o cientista à frente do experimento destaca a preocupação ambiental do estudo.

“Vamos apresentar ao mundo o primeiro hambúrguer feito em laboratório a partir de células. Estamos fazendo isso porque a criação animais para abate não é boa para o meio ambiente, não vai suprir a demanda mundial (por comida) e também não é boa para os próprios animais”, ressalta Mark Post, professor da Universidade de Maastricht.

Para Tara Garnett, que é chefe da Food Policy Research Network (um centro de pesquisas da área de alimentos) da Universidade de Oxford, na Inglaterra, os tomadores de decisão precisam olhar além das soluções técnicas na área de segurança alimentar.

“Nós temos uma situação onde 1,4 bilhão de pessoas no mundo ficam obesas da noite para o dia e, ao mesmo tempo, um bilhão de pessoas no mundo todo vão para a cama com fome”, ressalta.

“Isso é simplesmente estranho e inaceitável. As soluções não se estabelecem na produção, mas na mudança dos sistemas de suprimento e acesso, com barateamento. E mais e melhores alimentos para pessoas que precisam deles”, critica.

A receita

As células-tronco são as “mestres” do corpo humano, que podem se desenvolver em tecidos em diversas formas, tais como nervos e pele.

A maioria dos centros de pesquisa atuando nessa área de estudos tenta reproduzir tecidos humanos que possam ser usados para transplantes, reparando danos em músculos, nervos e cartilagem.

Os cientistas da Holanda querem utilizar técnicas similares para produzir músculo e gordura dos alimentos.

Tradicional x de laboratório

Hambúrguer comum | Foto: BBC

Um estudo independente revelou que a carne produzida em laboratório usa 45% menos energia para ser feita do que a média utilizada para a produção a partir de animais criados em fazendas.

O método também significa 96% menos emissões de gás na atmosfera e necessita 99% menos terra.

Fonte:Environment, Science & Tecnology Journal

O professor Mark Post começou extraindo células do músculo de uma vaca. No laboratório, as células são colocadas numa cultura – solução – com nutrientes para promover o crescimento e multiplicação das células.

Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores onde elas se tornam pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura.

As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que então são congelados. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas então são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidos.

Tem gosto bom?

Os cientistas tentaram recriar a carne, que inicialmente tinha a cor branca, da maneira mais autêntica possível.

A professora Helen Breewood, que atua com Post nos estudos, vem tentando fazer com que o músculo criado em laboratório fique vermelho adicionando um composto existente na carne de verdade chamado mioglobina.

“Se não se parece com a carne normal, se não tem gosto de uma carne normal, não se tornará viável”, afirma Breewood.

No momento, porém, este é um trabalho em progresso. O hambúrguer a ser apresentado hoje foi colorido com suco de beterraba. Os pesquisadores também adicionaram farinha de pão (ou farinha de rosca), caramelo e açafrão, que ajudam no sabor.

Vamos apresentar ao mundo o primeiro hambúrguer feito em laboratório a partir de células. Estamos fazendo isso porque a criação animais para abate não é boa para o meio ambiente, não vai suprir a demanda mundial (por comida) e também não é boa para os próprios animais

Mark Post, chefe da pesquisa

Até o momento, os cientistas podem apenas produzir pequenos pedaços de carne por vez. Quantidades maiores iriam requerer um sistema circulatório para distribuir nutrientes e oxigênio.

Os primeiros resultados sugerem que o hambúrguer não terá gosto tão bom, mas Breewood espera que ele tenha um sabor “bom o bastante”.

Sofrimento animal

A pesquisadora Helen Breewood, apesar de atuar no projeto para produzir carne em laboratório, é vegetariana e acredita que a produção de carne gasta muitas fontes de energia. Ela afirma que se comesse carne, iria preferir a feita em laboratório.

“Muita gente considera carne feita em laboratório repulsiva num primeiro momento. Mas se eles soubessem o que acontece nos abatedouros para a produção de carne normal, também achariam repulsivo”, ressalta.

Numa nota, representantes do grupo Pessoas pela Ética do Tratamento aos Animais (People for the Ethical Treatment of Animals – Peta) ressaltaram os benefícios da carne de laboratório.

“(Carne de laboratório) irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura”, destacou a nota do Peta.

Mas a escritora especializada em alimentos Sybil Kappor diz que sentiria dificuldades em comer a carne de laboratório.

“Quanto mais longe você vai do normal, de uma dieta natural, mais corre riscos de saúde e outras questões”, ressalta.

O último levantamento das Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas sobre o futuro da produção de alimentos mostra crescimento da demanda por carne na China e Brasil – e o consumo só não cresce mais porque muitos indianos mantêm a dieta amplamente vegetariana por costume cultural.

Assim, há o risco de que a carne produzida em laboratório seja uma aparente solução, cheia de problemas.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130805_hamburguer_laboratorio_gm.shtml

Criada por brasileiros, vacina contra Aids avança e será testada em macacos

Vírus HIV | Foto: SPL

Cientistas brasileiros desenvolveram uma vacina contra o vírus HIV, causador da Aids, e vão começar a testá-la em macacos ainda este ano.

De acordo com a Fapesp (Fundação de Ampara o à Pesquisa do Estado de São Paulo), essa fase do projeto irá durar dois anos e os experimentos devem indicar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos.

Uma versão anterior da vacina ─ desenvolvida por pesquisadores da USP ─ já havia sido testado anteriormente em camundongos, mostrando que a técnica era, sim, eficaz.

Se os resultados forem positivos nos macacos e se houver financiamento suficiente, a vacina ─ denominada HIVBr18 ─ pode ser usada para os primeiros testes clínicos, ou seja, em seres humanos.

Nessa etapa, ela deve ser testada uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, segundo a Fapesp. Essas pessoas seriam então acompanhadas de perto por vários anos. O objetivo seria avaliar a segurança da vacina, além de “verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo”.

Carga viral

No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vacina ─ que é aparentado do causador da varíola ─ e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou à Agência Fapesp Edécio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos pesquisadores que desenvolveu a vacina.

Nos animais imunizados, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa etapa, ela pode despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até a fase seguinte dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da Fapesp e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

Cunha Neto desenvolveu e patenteou a vacina juntamente os com também pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP Jorge Kalil e Simone Fonseca. Eles deram início às pesquisas em 2001.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130805_vacina_aids_mdb.shtml

Dados vazam nas redes sociais

 

Os recentes incidentes de dados pessoais que vazaram dos servidores do Facebook são apenas mais uma prova de que mesmo os melhores serviços de nuvem não são imunes a falhas. Portanto, cada usuário deve ter um plano de ação em caso de acidentes.

No último mês o time de segurança do Facebook admitiu que, por causa de um erro no código da rede social detalhes de contato de seis milhões de usuários ficaram acessíveis a pessoas não autorizadas. Ou seja, se uma pessoa acessou o download de um arquivo de uma determinada conta do Facebook através da ferramenta Download Your Information (DYI), pode ter tido acesso a endereços de e-mail adicionais ou números de telefone de seus contatos ou pessoas com as quais tem alguma conexão. Para prevenir danos futuros, o Facebook bloqueou temporariamente a ferramenta DYI.

Os cibercriminosos costumam aproveitar ocasiões como essa para enviar emails de phishing. Os usuários devem tomar cuidado quando leem e clicam nos links. O aviso enviado pelo Facebook possui apenas um link para a rede social (https://www.facebook.com/security/notes) e não necessita que o usuário digite suas credenciais, incluindo a senha.

Para minimizar os estragos causados por esse tipo de problema, siga os seguintes passos quando for se inscrever em qualquer serviço de nuvem.

• Utilize um endereço de e-mail confiável para receber suas notificações de redes sociais. Você precisará de um e-mail diferente para se comunicar com seus colegas e amigos e outro endereço altamente seguro para receber e-mails de outras instituições importantes.

• Sempre existe a possibilidade de erro. Criar um post ou fotos “apenas para amigos” ou mesmo “privado” não garante que ninguém verá esse conteúdo. É melhor compartilhar itens sensíveis pessoalmente ou por meio de comunicação direta.

• Se você armazenar arquivos na nuvem para uso pessoal, considere criptografá-los.

• Crie senhas fortes, sem palavras que se possam encontrar num dicionário, dados pessoais ou que siga uma ordem regular do teclado. Uma senha segura deve conter uma combinação de letras, números e caracteres especiais.

• Associe a sua conta do Facebook a um dispositivo móvel, ativando a autenticação de dois fatores. Isto permite realizar múltiplos ajustes de segurança, permitindo aousuário controlar todo o tempo a segurança do seu perfil na rede social.

• Ative a navegação segura (HTTPS) para encriptar a sua navegação no Facebook, evitando que alguém se possa introduzir na sua conta quando navega através de uma rede Wi-Fi insegura.

• Notificações de login. Com este recurso ativado, o Facebook irá avisar sempre que a sua conta for acessada através de um dispositivo novo.

• Selecione aprovações de login para solicitar um código de acesso sempre que se acessar sua conta a partir de um dispositivo novo. Esta função impede que alguém possa utilizar a sua conta através de um dispositivo que não seja conhecido por você.

• Dispositivos reconhecidos. Esta opção é uma extensão das Aprovações de login. Através dela, o usuário é notificado quando alguém acessa sua conta através de um dispositivo desconhecido.

• Sessões ativas. Verifique as suas sessões ativas nas configurações de segurança da sua conta do Facebook para sabera partir de onde foram feitos os logins em sua conta..

• Senha de Aplicativos. Esta função existe para criar senhas de acesso para aplicações como Skype, Jabber, Xbox, etc.. Se a opção “Aprovações de login” estiver habilitada, você deverá habilitar esse recurso para entrar na sua conta a partir desses dispositivos.

“De todas as opções de segurança disponíveis para usuários do Facebook, a mais indicada é a autenticação de dois fatores”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil, já que ela “irá atrelar sua conta a um número de celular, e através de códigos SMS ou de uma aplicação para smartphones irá controlar o acesso, mesmo que a senha da conta seja roubada”.

http://www.telequest.com.br/portal/index.php/noticias/cybersecurity/358-evite-que-seus-dados-vazem-nas-redes